Buscando, achando, observando, pensando, questionando, compartilhando... uma leva de coisas
quarta-feira, 21 de agosto de 2019
Revista científica Núcleo do Conhecimento
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Matérias da revista Filosofia
- Astronomia: uma viagem filosófica e científica – A filosofia e a astronomia são campos de saber que possuem uma origem comum e buscam responder a questões fundamentais para a humanidade.
- Por que Nietzsche não é cristão? – Um texto que fala de valores, ética e moral cristã, ascetismo/ascese e que tenta responder à essa pergunta aí.
- Demasiado Humano? – Ao longo do tempo, os conflitos entre povos e nações mudaram seus motivos, porém mantiveram seu traço de absurdo. Se somos seres dotados de razão e interessados em encontrar a felicidade, por que, então, vivemos em guerra?
- O outro rei – Com grande influência na opinião pública, Voltaire mudou o desfecho de conflitos jurídicos e foi um dos autores mais lidos em seu tempo.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Ateísmo na pseudociência de Stephen Hawking
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Dicas de leitura
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Mistérios da Bíblia: Os evangelhos perdidos
[documentário, ataque à bíblia, livros, evangelhos apócrifos, história do cristianismo]
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
2 blogues interessantes
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
História Viva – Entre o céu e o inferno
Ao longo dos séculos o judaísmo, o cristianismo e o islamismo tentaram responder a uma pergunta fundamental: para onde vai a alma humana quando o corpo perece? Nesta edição especial, História Viva mostra as concepções de pós-morte das grandes religiões monoteístas e as analisa à luz do conhecimento de cada época. Descubra como os grandes acontecimentos históricos ajudaram a moldar a idéia de céu e inferno tal como hoje os concebemos.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Consumo/consumismo
terça-feira, 28 de abril de 2009
Letreiros de igrejas
quinta-feira, 12 de março de 2009
150 anos de “A Origem das Espécies”. Comemorar o quê?
Sim, no imaginário coletivo, a força do evolucionismo é grande. Muita gente ainda confunde acreditar em dinossauros com acreditar que uma ameba virou macaco, e o macaco virou homem. É entre os leigos que eles desfrutam de outro triunfo, mais fácil de desmascarar, contudo: fizeram o povo pensar que há um problema grave com o fato de uma teoria científica, como é o caso de sua principal “rival”, o criacionismo, ter inspiração religiosa. Mas não há nenhum problema real de ordem científica nisso, e, na verdade, o mesmo se aplica ao evolucionismo: Darwin apenas deu uma roupagem ateísta e científica a uma velha crendice gnóstica (o que Marx fez com o socialismo, que muito antes dele já inspirava as conversas de velhos círculos ocultistas, teosóficos e espíritas europeus. Acorde para a vida, “esquerda cristã” ignorante!).
Para piorar, autores como Richard Dawkins, querendo transformar a teoria em fato e chegando a conclusões grosseiras por meio de argumentos pseudo-filosóficos que beiram a infantilidade intelectual (vejam o que tem a dizer Alvin Plantinga, Alister McGrath ou William Lane Craig a respeito), envergonham e descredibilizam ainda mais o representantes sérios do evolucionismo. “Não me confunda com ele”, disse um cientista ateu para McGrath.
Para a humanidade em geral também, nada a comemorar. O evolucionismo contribui para dar ares de cientificidade ao racismo. E aí estão os textos de Darwin e de discípulos seus como Haekel e Huxsley. Também transformou em “verdade científica” o que há de mais irracional: algumas das piores ideologias. Estas, por definição, desprezam a mediação empírica com a realidade. Como negar o apoio da teoria da evolução ao socialismo, esse monstro que gerou mentalidades, governos e outras instituições genocidas? Como negar as ligações entre o nazismo e essa teoria, além do fato do nazismo nada mais ser do que uma derivação nacionalista alemã do socialismo?
Também não há como negar que, mesmo tendo origens no gnosticismo, a teoria da evolução foi talvez a principal causadora da cisão entre a ciência e a fé na mentalidade moderna. Não foram poucos os que perderam a fé graças a essa falsa dicotomia, que, mesmo em muitos dos mais inteligentemente espirituais, reduziu suas certezas a um fideísmo (usar a razão para afirmar, sobre a fé, que fé e razão não se misturam) tosco que emburreceu as massas, e jogou o homem moderno num vácuo espiritual e num labirinto cognitivo do qual grandes contingentes de cristãos ainda têm dificuldade em encontrar a saída.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Revista vesga
O estrabismo (vesgueira) ocorre quando um olho fica mal alinhado impedindo que os dois olhos sejam direcionados para o mesmo objeto ao mesmo tempo. Normalmente, ambos os olhos se movem juntos, de maneira que o cérebro produz uma única imagem tridimensional daquilo que os dois olhos vêem. No caso do vesgo, as imagens recebidas pelo cérebro são tão diferentes que, para evitar a diplopia (visão dupla), o cérebro pode eliminar a imagem do olho desviado. Isso faz com que a visão desse olho seja gradualmente perdida, perdendo-se também a visão de profundidade.
Com todo respeito aos portadores desse defeito visual, algumas publicações brasileiras têm se mostrado igualmente vesgas. Como era de se esperar, a matéria de capa da revista Veja da semana passada (sobre Charles Darwin) foi o assunto mais comentado, com 236 e-mails/cartas. Em segundo lugar veio a matéria sobre o PMDB, com 16 manifestações. O polêmico Diogo Mainardi ficou em terceiro, com 11.
Mais uma vez, a revista de maior circulação nacional mostrou sua visão sem profundidade ao publicar apenas quatro mensagens de leitores – todos darwinistas. São elas:
“A reportagem ‘A Darwin o que é de Darwin...’ (11 de fevereiro) é de uma didática excepcional. Por influência da religião, fui ‘acordar’ e conhecer Darwin apenas no colegial. Hoje, analiso e vejo que é muito triste privar uma criança do conhecimento de um mundo tão fascinante como o de Darwin, muito mais fascinante que as histórias da Bíblia – que não fornecem respostas lógicas para o desenvolvimento da vida no planeta” (Eduardo Diaz, Valinhos, SP).
“Sou monge beneditino, acredito em Deus, acredito na Igreja – e também em Charles Darwin. Qual o problema? As Escrituras não são, nem querem ser, um livro descritivo do funcionamento da natureza. A Bíblia não é um manual de ciências, e é um grande erro lê-la desse modo. No livro do Gênesis, a narrativa da Criação (por sinal duas, escritas com séculos de diferença) é apenas uma reflexão sobre a condição espiritual humana, dentro do quadro de uma introdução teológica à Aliança entre Deus e seu Povo. Os autores não tinham a mínima intenção de ‘informar’ os leitores a respeito de como o homem apareceu no mundo, mas do porquê da Aliança e da necessidade da redenção. A ciência, por sua vez, nada tem a dizer a respeito de Deus, nem a favor nem contra. Um bom cientista pode ser mau teólogo e, apesar disso, fazer boa ciência; por outro lado, um bom teólogo não pode contradizer a ciência, sob pena de fazer péssima teologia. A ciência e a fé não se opõem porque respondem a perguntas diferentes” (Dom Mateus de Salles Penteado, Ponta Grossa, PR).
“Eu sou evolucionista, mas creio firmemente que antes de todas as explosões da matéria, antes dos Big Bangs, que não sei com que calendário os cientistas fixam em bilhões de anos atrás, antes de tudo, no princípio de tudo, existe o Ser infinitamente poderoso, infinitamente sábio e infinitamente santo, que nós, cristãos, chamamos Deus, autor do universo” (Dom Edvaldo G. Amaral, Arcebispo emérito de Maceió, Recife, PE).
“Quando Albert Einstein afirmou que a ciência sem a religião é manca e a religião sem a ciência é cega, vaticinou que, em alguns aspectos, criacionismo e evolucionismo podem caminhar de mãos dadas” (Edvaldo Araújo, Salvador, BA).
Sem dúvida, e-mails convenientemente escolhidos, como aconteceu na semana passada.
Se Veja dá esse tratamento ao assunto das origens, o que me garante que é honesta quando trata de outros temas? Cancelei minha assinatura faz tempo. E não me arrependo.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Um dia chega o fim
e como num breve piscar de olhos
tudo já se foi
tudo já passou
ninguém se lembra mais
nada mais restou...
Breve vida,
curta história
poucas páginas bem vividas
e muitas lágrimas na memória,
quem se lembra ou quem recorda
ou realmente quem se importa?
É tão depressa que passa a vida
e tão rápido que chega a morte
e tudo o que você mais queria
fica por aí... entregue a própria sorte...
e só nos resta um minuto
um breve instante
uma só chance
pois assim como chegamos
partiremos de relance...
Um só momento, um só segundo,
e tudo muda no seu mundo
tudo vira só saudade
ou melancolia da idade...
Então se achega aqui comigo
e escuta o que lhe digo
há um lugar muito bonito
guardado para ti no Paraíso,
não é lenda ou estória
não é fábula ou loucura
é o amor de Cristo que te cura
é a vida eterna
é a alegria pura
é o Caminho e a Salvação
e é o Único que sabe as verdades do teu coração.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Aniversário de Darwin
There's probably no atheism
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
O cassino da vida
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Cantata BWV 140 de Bach - Despertai, chama-nos a voz : 4. Coral
Essa cantata de Bach, com título original de Wachet auf, ruft uns die Stimme (Despertai, chama-nos a voz) fala da segunda vinda de Jesus à Terra para buscar sua noiva, a Igreja.
4. Coral [Alemão]
Das Herz tut ihr vor Freuden springen,
Sie wachet und steht eilend auf.
Ihr Freund kommt vom Himmel prächtig,
Von Gnaden stark, von Wahrheit mächtig,
Ihr Licht wird hell, ihr Stern geht auf.
Nun komm, du werte Kron,
Herr Jesu, Gottes Sohn!
Hosianna!
Wir folgen all
Zum Freudensaal
Und halten mit das Abendmahl.
O coração pula de alegria.
Ela desperta e levanta-se apressada.
Magnífico, seu amigo vem do Céu;
A graça o faz forte,
A verdade o faz poderoso.
A luz de Sião fulge, sua estrela sobe.
Venha, pois, preciosa coroa,
Senhor Jesus, filho de Deus.
Hosana!
Seguimos todos
Ao salão da celebração
E tomamos parte na ceia.
Papai Noel x Jesus
Jesus está em todo lugar.
Papai Noel anda num trenó.
Jesus anda sobre o vento e sobre as águas.
Papai Noel aparece uma vez no ano.
Jesus é presença e ajuda constante.
Papai Noel enche sua meinha com lembranças.
Jesus supre todas as suas necessidades.
Papai Noel entra pela chaminé, sem ser convidado.
Jesus está à sua porta e bate, só entra se você convidá-lo.
Papai Noel: é preciso esperar na fila para vê-lo.
Jesus está mais perto de você do que o ar que você respira.
Papai Noel deixa você sentar em seu colo.
Jesus permite que você descanse em seus braços.
Papai Noel não sabe seu nome, tudo que ele fala é: “Oi! Garoto, como é seu nome?”
Jesus te conhece antes de você nascer, não somente sabe seu nome, mas, seu endereço, sua história, seu futuro, até sabe quantos cabelos tem em sua cabeça.
Papai Noel tem uma barriga como um pote cheio de geléia.
Jesus tem um coração cheio de amor.
Tudo o que Papai Noel pode oferecer é um HO! HO! HO!
Jesus oferece saúde, socorro, vida abundante, vida eterna e esperança.
Papai Noel diz: “Não chore!”.
Jesus diz **: “Coloque todas as suas preocupações em Mim e Eu cuido de você”.
Papai Noel e os seus ajudantes fazem pequenos brinquedos.
Jesus faz nova vida, refaz o coração despedaçado, conserta lares desmoronados e constrói mansões celestiais.
Papai Noel faz você rir.
Mas, Jesus te dá alegria que te dá força para viver.
Papai Noel põe presentes debaixo da árvore.
Jesus se tornou presente e morreu numa árvore…. a cruz.
Papai Noel é fictício.
JESUS É REAL.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Por que orar?
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Dia da Bíblia (1)
Dietrich Bonhoeffer em Reflexões Sobre a Bíblia, Edições Loyola, 2008.
