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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Pseudopoesia XXXIII : Carta ao amor futuro nº 26

Carta ao amor futuro nº 26 – Sobre os eles
inacabada

De: mim
Para: ti

De uma matéria especial
são feitos
– não é a escura.

É de algo que permeia
os pensonhamentos,
e que deles faz parte;
é o que eles próprios são.
É algo méleo e venusto


[pseudo… poesia, poema]



Pseudopoesia XXXII : Carta ao amor futuro nº 25

Carta ao amor futuro nº 25 – Simples relato

De: um homem só [de seu amor só]  
Para: o seu amor

Sabias
que,  
por vezes, chorei
                por não te ter aqui ao meu lado?
                por sentir saudade dos momentos que ainda não vivemos juntos?


[pseudo… poesia, poema]



Pseudopoesia XXXI : Carta ao amor futuro nº 24

Carta ao amor futuro nº 24 – Mensagem para além-mar

De: um navegante
Para: um porto distante

I
(...)

II
(...)

III
Um dia então
resolvi lançar-me ao mar,
tornar-me navegante.
Com minha esquadra
[de uma só nau]
(...)

IV
Tornei-me navegante sozinho.
(...)
Minhas cartas náuticas não indicam
as terras não descobertas.
Não sei onde tu estás.
Não sei o quanto
ainda terei de navegar.
Por vezes,
                \um medo de naufragar me vem.
                \vontade de aportar em qualquer lugar me acomete.

V
(...)

VI
(...)

VII
Mas um dia chego a ti,
minha tão sonhada ilha.
Aportarei em tuas belas praias
e desembarcarei
toda uma nação de sentimentos
e sensações.
Beberei em tuas fontes
e saciarei minha sede
de ti.
Serei dominado por tuas terras
[Bem desejo me perder em tua imensidão
e então descobrir
que terei achado destino
para os carregamentos que comigo trago.
(...)],
colonizarei teus pensamentos,
de lá não mais sairei;
me apossarei de tudo que é meu

por direito...

de poder amar.

[Poslúdio]
Meu amor
é tua posse ultramarina.
Espera um tanto.
Eu chegarei
e o devolverei.


[pseudo… poesia, poema]



Pseudopoesia XXX : Carta ao amor futuro nº 23

Carta ao amor futuro nº 23 – Amor belo
como que pequena e rimada
inacabada

De: seu amor
Para: meu amor

Amor belo
é
tudo aquilo que eu quero
ter:
o tanto quanto eu puder
sonhar em ser
aquele que ao teu lado

o amor vir
e
manifestar-se
e fluir entre/
                em nós.


[pseudo… poesia, poema]



Pseudopoesia XXIX : Carta ao amor futuro nº 22

Carta ao amor futuro nº 22 – Antevisão

De: seu invisível amor
Para: o meu não visível amor

Quando ninguém está olhando,
em ti penso.
E,
em pensamento,
te olho
o tanto quanto quero,
e não me enfastio

… porque não há rosto
o qual eu mais goste de me deter em olhar
{com os olhos de pensonhamento}
do que o teu,
{ainda oculto}.
Mesmo todos os aliases,
diferentes entre si,
têm faces iguais à tua
porque todos
me parecem belos
e pré-visões do teu.
Bela és tu.

Pela faculdade do pensonhamento,
te antevejo,
te pré-vejo,
e deslumbrado fico.
És e serás real!
E só tu és!


[pseudo… poesia, poema]



segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Pseudopoesia XXVIII : Carta ao amor futuro nº 21

Carta ao amor futuro nº 21 – “sem título”

De: aquele já considerado seu amor
Para: o meu certo, mas oculto, amor

Oculta por algum véu tu estás.
Além das montanhas e vales do espaço-tempo te encontras.
Tão perto do coração de teu coração já te fazes.
És meu amor desde sempre/
                                          desde que existe o tempo
– o tempo desde quando comecei a te pensonhar.


[pseudo… poesia, poema, pensonhamento]



domingo, 23 de agosto de 2015

Pseudopoesia XXVII : Carta ao amor futuro nº 20

Carta ao amor futuro nº 20 – Sobre prescindir destas cartas

De: seu desejoso amor
Para: meu imprescindível amor

Queimaria todas estas cartas
e as ignoraria
[se pudesse]
para te ter aqui
ao meu lado
desde amanhontem.


[pseudo… poesia, poema]



domingo, 16 de agosto de 2015

Pseudopoesia XXVI : Carta ao amor futuro nº 19

Carta ao amor futuro nº 19 – Sobre te saber em antevisão

De: seu pré-amor
Para: meu invisível amor

Não consigo parar de te ver,
de te olhar,
de te enxergar,
de te espiar,
de te observar.
[Mesmo daqui destas bandas do espaço-tempo.]

Não te alcanço, porém, através das janelas de minha face...


[pseudo… poesia, poema]



domingo, 9 de agosto de 2015

Pseudopoesia XXV : Carta ao amor futuro nº 18

Carta ao amor futuro nº 18 – "sem título"
inacabada

De:
Para:

Se me canso de conversar contigo?
Como poderia?
Se não me cansa conversar comigo,
se não me cansa ouvir a minha voz saindo de tua boca,
se não me cansa sermos um o outro,


[pseudo… poesia, poema]



domingo, 2 de agosto de 2015

Pseudopoesia XXIV : Carta ao amor futuro nº 17

Carta ao amor futuro nº 17 – Consolo

De: ele, teu amigo
Para: ela, minha amiga

Por que chora
o Coração de Meu Coração?

[Alegria ou tristeza?]

Tampouco sei eu!

Mas
me chama,
pois estou aí
[na realidade pensonhada].
Meu ombro e meu abraço são teus.


[pseudo… poesia, poema]



sexta-feira, 24 de julho de 2015

Pseudopoesia XXIII : Carta ao amor futuro nº 16

Carta ao amor futuro nº 16 – Carta-oração
Un desiderio ambiguo e sciocco

De: ele, o teu amor
Para: ti, o meu amor

O Senhor te proteja.
O Senhor te guarde
até de mim
para que na hora serôdia não venhas
e não saiba eu o que fazer.

O Senhor te faça
vir do futuro para este passado
o quanto antes.

Amém.


[pseudo… poesia, poema]



terça-feira, 21 de julho de 2015

Amanhontem V

 
O termo amanhontem não sofre flexão de gênero, grau ou número.
 
 

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Pseudopoesia XXII : Carta ao amor futuro nº 15

Carta ao amor futuro nº 15 – Ingênuo engano

De: seu um tanto confuso amor
Para: o meu certo amor

Ah,
como talvez me iludo [sendo como um tolo] que bom seria
que, de verdade, fosses o alias,
aquela
tão bela
que parecia com teu reflexo,
com sorriso igual ao teu,
com voz que nem a tua,
com parecência de âmago.
Muito igual
àquilo tudo que vi em ti,
que já vejo em ti,
aí no futuro deste pretérito.


[pseudo… poesia, poema]



segunda-feira, 13 de julho de 2015

Amanhontem IV

 
O amanhontem talvez possa ser visto como um pequeno universo dentro da realidade ou uma pequena realidade dentro do universo.
 
 

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Pseudopoesia XXI : Carta ao amor futuro nº 14

Carta ao amor futuro nº 14 – Efeito

De: Seu desconhecido passado
Para: O nosso futuro

Ah,
se soubesses a falta
que teu abraço me faz.
E se pudesses,
deixarias um pouco de te deter com o [nosso] futuro
e virias para cá,
para o amanhontem,
onde vivo a nos pensonharmos,
porque desd'aqui
tua falta
muito sinto.


[pseudo… poesia, poema]